Atualizado em 28 de setembro de 2026
Qual o melhor tipo de empréstimo depende do custo total e do acesso que você tem. Em julho de 2026, o consignado custava em média cerca de 24% ao ano, contra 111% do crédito pessoal e 137% do cheque especial, segundo o Banco Central. Em geral, vence o menor CET que cabe no orçamento.
Quem precisa de dinheiro emprestado costuma escolher pelo caminho mais rápido, o limite que já aparece no aplicativo, o cheque especial ou a oferta que chegou por mensagem. O problema é que as modalidades de crédito para pessoa física têm juros muito diferentes entre si, e a mesma quantia pode custar algumas centenas ou alguns milhares de reais a mais conforme a escolha.
Este comparativo mostra quanto cada tipo de empréstimo custa em 2026, com dados oficiais e simulações em reais, quais riscos vêm junto com os juros mais baixos e como conferir uma proposta antes de assinar. No fim, você sabe por onde começar e quando a melhor decisão é não pegar o empréstimo.
Neste artigo
- Qual o melhor tipo de empréstimo pelo critério dos juros
- Quanto R$ 5 mil custam em cada modalidade
- Consignado do INSS, de servidor e do trabalhador CLT
- Empréstimo pessoal sem garantia ou com garantia
- Por que cheque especial e rotativo não são empréstimo para planejar
- Como comparar propostas antes de assinar
- E se eu já tiver dívidas
- Perguntas frequentes
- Por onde começar

Qual o melhor tipo de empréstimo pelo critério dos juros
Pelo critério do custo, o consignado é a modalidade mais barata para quem tem acesso a ele, seguido pelos empréstimos com garantia. Crédito pessoal sem garantia, cheque especial e crédito do cartão ficam no fim da fila. A diferença entre o primeiro e o último colocado passa de dez vezes.
Os números abaixo são as taxas médias das concessões para pessoa física em julho de 2026, divulgadas em agosto de 2026 nas estatísticas monetárias e de crédito do Banco Central. São médias de mercado, e a taxa oferecida a você pode ser maior ou menor conforme o seu histórico e a instituição.
| Modalidade (pessoa física) | Taxa média em julho de 2026 | Tem garantia ou desconto em folha? |
|---|---|---|
| Consignado para servidor público | 24,0% ao ano | Sim, desconto no contracheque |
| Consignado para aposentados e pensionistas do INSS | 24,1% ao ano | Sim, desconto no benefício |
| Consignado para trabalhador do setor privado (CLT) | 53,9% ao ano | Sim, desconto no salário |
| Média do crédito livre para pessoa física | 60,0% ao ano | Varia |
| Crédito pessoal não consignado | 111,0% ao ano | Não |
| Cheque especial | 137,3% ao ano | Não |
| Parcelamento da fatura do cartão | 189,3% ao ano | Não |
| Rotativo do cartão de crédito | 436,2% ao ano | Não |
O que explica a distância é o risco para quem empresta. No consignado, a parcela sai direto da folha ou do benefício antes de o dinheiro chegar à sua conta. Na modalidade com garantia, existe um bem que pode ser tomado se a dívida não for paga, o que reduz a perda esperada do banco e, por consequência, os juros.
A armadilha é tomar a média como promessa. A taxa média do consignado CLT, por exemplo, ficou mais de duas vezes acima da do consignado do INSS, porque a garantia do trabalhador depende de ele continuar empregado. Dentro de cada modalidade também existem contratos bem acima da média.
Na prática, o que eu vejo com mais frequência é a pessoa que tem acesso a um consignado barato e mesmo assim entra no cheque especial por comodidade, pagando cinco vezes mais juros. Minha orientação é olhar esta tabela de baixo para cima, eliminando primeiro as opções mais caras, e só depois comparar propostas dentro da modalidade que sobrou.
Quanto R$ 5 mil custam em cada modalidade
Um empréstimo de R$ 5.000 pago em 12 parcelas custa cerca de R$ 610 de juros no consignado do INSS e cerca de R$ 2.320 no crédito pessoal não consignado, usando as taxas médias de julho de 2026. A escolha da modalidade pesa mais do que qualquer negociação de taxa dentro dela.
A simulação abaixo converte a taxa média anual em taxa mensal equivalente e calcula parcelas fixas pela tabela Price, que é o sistema usado na maior parte dos empréstimos pessoais. Ela não inclui IOF, tarifas nem seguros, que aumentam o custo real, e serve só para comparar as modalidades entre si.
| Simulação (R$ 5.000 em 12 parcelas) | Taxa mensal equivalente | Parcela | Total pago | Juros |
|---|---|---|---|---|
| Consignado INSS (24,1% ao ano) | 1,82% | R$ 467,46 | R$ 5.609,52 | R$ 609,52 |
| Consignado CLT (53,9% ao ano) | 3,66% | R$ 522,25 | R$ 6.266,95 | R$ 1.266,95 |
| Crédito pessoal não consignado (111,0% ao ano) | 6,42% | R$ 610,20 | R$ 7.322,35 | R$ 2.322,35 |
| Cheque especial, se virasse 12 parcelas (137,3% ao ano) | 7,47% | R$ 645,27 | R$ 7.743,19 | R$ 2.743,19 |
| Parcelamento da fatura (189,3% ao ano) | 9,26% | R$ 707,29 | R$ 8.487,45 | R$ 3.487,45 |
O rotativo do cartão ficou fora da tabela porque, pelas regras do Banco Central (Resolução CMN nº 4.549, de 2017), ele só pode ser usado até o vencimento da fatura seguinte. Depois disso, o saldo precisa ser convertido em parcelamento, então ninguém paga rotativo por 12 meses seguidos.
Repare que entre o consignado do INSS e o crédito pessoal a parcela sobe só R$ 143, o que parece pouco no mês, mas a diferença acumulada passa de R$ 1.700 em um ano. É por isso que olhar apenas se a parcela cabe no bolso engana tanto, porque a parcela esconde o preço total do dinheiro.
E se o prazo for maior? Alongar o prazo reduz a parcela e aumenta os juros totais, e nas modalidades caras esse efeito é brutal. Se fosse comigo, eu escolheria o menor prazo cuja parcela ainda deixe folga no orçamento para imprevistos, em vez de esticar ao máximo só para a parcela ficar pequena.
Consignado do INSS, de servidor e do trabalhador CLT
O consignado tem os menores juros porque a parcela é descontada direto do benefício, do contracheque ou do salário. Em troca, você perde a flexibilidade de escolher o que pagar primeiro em um mês apertado, e a margem comprometida pode fazer falta depois.
Aposentados e pensionistas do INSS
Para quem recebe benefício do INSS, os juros têm teto de 1,85% ao mês, definido pelo Conselho Nacional de Previdência Social em março de 2025 e mantido até setembro de 2026. O valor foi noticiado pela Agência Brasil, em reportagem sobre o teto do consignado do INSS. A margem total é de 45% do benefício, sendo 35% para empréstimo, 5% para cartão consignado e 5% para cartão de benefício.
Um aposentado que recebe R$ 3.000 pode comprometer até R$ 1.050 por mês com empréstimo consignado. No teto de 1,85% ao mês, R$ 5.000 em 12 parcelas dariam cerca de R$ 468 por mês. O risco está em somar vários contratos até a margem inteira, deixando o benefício líquido pequeno demais para as despesas fixas.
Trabalhador com carteira assinada
O Crédito do Trabalhador, criado pela Lei nº 15.179, de 2025, permite ao empregado com carteira assinada comparar e contratar ofertas pela Carteira de Trabalho Digital, com margem de até 35% do salário. O contrato pode usar como garantia até 10% do saldo do FGTS e até 100% da multa rescisória.
A taxa média de 53,9% ao ano, bem acima do consignado do INSS, reflete o risco de demissão. Se você perder o emprego, a garantia do FGTS e da multa pode ser acionada para abater a dívida, e o saldo que sobrar continua devido, agora sem o desconto em folha.
Servidores públicos
Para servidores, a taxa média ficou em 24,0% ao ano em julho de 2026, a menor entre as modalidades da tabela acima. As regras de margem variam conforme o ente (União, estado ou município), e vale confirmar no seu órgão qual é o limite aplicável antes de contratar.
O erro que mais custa caro aqui é tratar margem consignável como dinheiro disponível. Minha orientação para a maioria das pessoas com acesso ao consignado é usá-lo para trocar uma dívida cara por uma barata ou para uma necessidade real e pontual, nunca para consumo recorrente. A parcela vai ficar ali, descontada antes de o salário chegar, por meses ou anos.
Empréstimo pessoal sem garantia ou com garantia
Quem não tem acesso ao consignado escolhe, em geral, entre o crédito pessoal sem garantia, rápido e caro, e o empréstimo com garantia de veículo ou imóvel. Este costuma ter juros menores porque o bem fica vinculado ao contrato. O custo menor vem acompanhado do risco de perder o bem em caso de atraso prolongado.
No crédito pessoal não consignado, a taxa média foi de 111,0% ao ano em julho de 2026, segundo as estatísticas do Banco Central. Esse é o preço de uma operação em que o banco depende só da sua promessa de pagar. Por isso a taxa oferecida varia muito com o seu histórico de crédito, a renda comprovada e o relacionamento com a instituição.
No empréstimo com garantia, o veículo ou o imóvel fica alienado ao credor até a quitação. Isso reduz o risco do banco e, por consequência, os juros, mas exige avaliação do bem, registro e mais documentos, e costuma ter valor mínimo e prazo mais longo do que o crédito pessoal comum.
O “e se” que mais importa
E se a renda cair no meio do contrato? No crédito pessoal, o atraso gera juros de mora, negativação e cobrança, o que é grave mas não tira o seu patrimônio de imediato. No empréstimo com garantia, o atraso prolongado pode levar à retomada do carro ou do imóvel, e é essa diferença que precisa pesar tanto quanto a taxa.
Imagine alguém que precisa de R$ 30 mil para reformar a casa e hesita entre o crédito pessoal e o empréstimo com garantia do imóvel. Se a renda for estável e houver reserva para alguns meses de parcela, a garantia pode economizar milhares de reais em juros. Se o emprego for instável, porém, a economia não compensa o risco de colocar a moradia em jogo.
Muita gente acha que a garantia é só um detalhe burocrático que baixa os juros, e quase sempre subestima o risco. Se fosse comigo, eu só daria um bem como garantia para uma finalidade que gere valor ou elimine dívida mais cara, e nunca para consumo.

Por que cheque especial e rotativo não são empréstimo para planejar
Cheque especial e rotativo do cartão existem para cobrir poucos dias de aperto, e usar essas linhas como empréstimo de médio prazo é a forma mais cara de pegar dinheiro emprestado no Brasil. As duas têm regras de proteção, mas nenhuma delas torna o custo aceitável.
No cheque especial, os juros são limitados a 8% ao mês pela Resolução CMN nº 4.765, de 2019, o que equivale a cerca de 152% ao ano em juros compostos. A média de julho de 2026 ficou em 137,3% ao ano. No cartão, a Lei nº 14.690, de 2023, determina que juros e encargos do rotativo e do parcelamento da fatura não podem ultrapassar 100% do valor original da dívida, para operações contratadas desde 3 de janeiro de 2024.
Na prática, esse teto significa que uma dívida de R$ 2.000 no cartão pode chegar a R$ 4.000, e ainda assim é um custo altíssimo. Com a taxa média de 436,2% ao ano do rotativo, o equivalente a cerca de 15% ao mês, a dívida dobra em aproximadamente cinco meses, e o limite só impede que ela passe disso.
O custo escondido do cheque especial é que ele aparece somado ao saldo no aplicativo de muitos bancos, e a pessoa só percebe que está usando crédito quando os juros aparecem no extrato. Conferir se o saldo mostrado inclui o limite é um hábito simples que evita semanas de juros sem perceber.
O erro que mais custa caro aqui é deixar a dívida do cartão ou do cheque especial rolando enquanto se procura dinheiro para outra coisa. Se você usa uma dessas linhas há mais de um mês, minha orientação é trocá-la por um empréstimo mais barato, como explicamos no guia sobre juros do rotativo do cartão.
Como comparar propostas antes de assinar
Compare propostas pelo Custo Efetivo Total, o CET, que soma juros, IOF, tarifas e seguros em uma taxa só. A instituição é obrigada a informar o CET antes da contratação, pela Resolução CMN nº 4.881, de 2020, e é ele, e não a taxa de juros anunciada, que mostra quanto o dinheiro realmente custa.
O IOF é um exemplo de custo que não aparece na taxa. Para pessoa física, ele é de 0,38% sobre o valor mais 0,0082% por dia de prazo, conforme o Decreto nº 6.306, de 2007. Em um empréstimo de R$ 10 mil pago em 12 parcelas ele fica perto de R$ 200, numa estimativa simplificada. Seguros prestamistas e tarifas de cadastro também entram no CET, e o seguro não pode ser imposto como condição para o empréstimo.
Roteiro de comparação
- Peça o CET por escrito em cada proposta, ao mês e ao ano, com o mesmo valor e o mesmo prazo, para que a comparação seja justa.
- Confira o valor líquido liberado. Se você pediu R$ 5.000 e vão cair R$ 4.700, a diferença é custo e precisa estar explicada.
- Veja o total a pagar. Parcela vezes número de parcelas mostra quanto o empréstimo custa em reais, que é o número mais honesto da proposta.
- Leia a cláusula de seguro. Se houver seguro embutido que você não pediu, peça para retirar e recalcular.
- Verifique quem está emprestando. Confirme se a instituição é autorizada pelo Banco Central e desconfie de qualquer pedido de pagamento antecipado para liberar o crédito, que é o roteiro clássico de golpe.
Se você contratou pela internet ou pelo aplicativo e se arrependeu, o Código de Defesa do Consumidor garante 7 dias para desistir de contratações feitas fora do estabelecimento, no artigo 49. Na desistência, você devolve o valor recebido, e os encargos cobrados devem ser devolvidos.
Na prática, quem compara pelo CET descobre com frequência que a proposta com a menor taxa anunciada não é a mais barata. Minha orientação é juntar ao menos três propostas para o mesmo valor e prazo e decidir pelo menor CET, olhando também o total a pagar em reais.
E se eu já tiver dívidas
Quem já tem dívida cara deve usar o novo empréstimo, se usar, para trocar juros altos por juros baixos, e não para somar parcelas. A lei oferece três ferramentas úteis nessa hora, a portabilidade, a quitação antecipada com desconto e as regras de superendividamento.
A portabilidade de crédito, regulada pela Resolução CMN nº 5.057, de 2022, permite levar um empréstimo para outra instituição com juros menores, sem custo para você, e o banco original pode fazer uma contraproposta. Já o artigo 52 do Código de Defesa do Consumidor garante a redução proporcional dos juros quando você antecipa parcelas ou quita a dívida antes do prazo.
Para quem chegou a um ponto em que as dívidas comprometem o básico, a Lei do Superendividamento (Lei nº 14.181, de 2021) prevê a repactuação das dívidas de consumo em um plano único. O plano preserva o mínimo existencial, hoje fixado em R$ 600 pelo Decreto nº 11.150, de 2022. Em 2026, o STF manteve esse valor, mas exigiu revisão anual pelo Conselho Monetário Nacional e declarou inconstitucional excluir o consignado do cálculo.
Uma simulação ajuda a ver o efeito da troca. Quem deve R$ 5.000 no parcelamento da fatura, à taxa média de 189,3% ao ano, pagaria cerca de R$ 3.487 de juros em 12 meses. Trocando por um consignado do INSS à taxa média, os juros cairiam para perto de R$ 610, uma economia de quase R$ 2.900.
O risco da troca é repetir o erro. Se o limite do cartão ficar livre depois da quitação e voltar a ser usado, a pessoa passa a ter as duas dívidas. Para aprofundar as saídas, veja nosso guia sobre como reduzir juros de empréstimo e o artigo sobre como não se endividar com empréstimo pessoal.
Se fosse comigo, eu listaria todas as dívidas com o CET de cada uma, atacaria primeiro a mais cara e só pegaria crédito novo se ele custasse claramente menos do que a dívida substituída. Com 83,9 milhões de pessoas negativadas em julho de 2026, segundo a Serasa, a troca de dívida cara por barata é uma das decisões financeiras que mais fazem diferença no orçamento.
Perguntas frequentes sobre qual o melhor tipo de empréstimo
Qual é o empréstimo com juros mais baixos em 2026?
Entre as modalidades acompanhadas pelo Banco Central, os consignados de servidores públicos e de aposentados e pensionistas do INSS tiveram as menores taxas médias em julho de 2026, perto de 24% ao ano. O acesso, porém, depende de ter vínculo ou benefício que permita o desconto em folha.
Quem está negativado consegue empréstimo?
Consegue em algumas modalidades, principalmente consignado e empréstimo com garantia, em que o risco para o banco é menor. Desconfie de ofertas que prometem crédito garantido para negativado mediante pagamento antecipado, que é um padrão típico de golpe. Se o pedido foi recusado, entenda os motivos no nosso artigo sobre empréstimo negado.
Vale a pena pegar empréstimo para quitar o cartão?
Vale quando o novo empréstimo tem CET bem menor que o do rotativo ou do parcelamento da fatura, o que acontece na maioria das vezes, e desde que o cartão não volte a ser usado sem controle. Sem mudar o hábito, a troca só adia o problema.
Posso quitar o empréstimo antes do prazo?
Pode, e o Código de Defesa do Consumidor garante a redução proporcional dos juros na quitação antecipada, total ou parcial. Peça à instituição o valor atualizado para quitação e confira se os juros futuros foram descontados.
O banco pode me obrigar a contratar seguro junto com o empréstimo?
Não. O seguro prestamista pode ser oferecido, mas condicionar o empréstimo à sua contratação é venda casada, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. Se ele vier embutido sem você ter pedido, solicite a retirada e o recálculo do CET.
O empréstimo pelo aplicativo tem os mesmos direitos?
Tem, e ainda conta com o prazo de 7 dias de arrependimento previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor para contratações fora do estabelecimento. O CET também precisa ser informado antes da confirmação.
Por onde começar a escolher o empréstimo
Para a maioria das pessoas, o melhor tipo de empréstimo é o consignado, quando existe acesso a ele e a parcela deixa folga no orçamento. Sem consignado, o caminho é comparar o crédito pessoal de ao menos três instituições pelo CET e considerar a garantia de um bem apenas quando a renda for estável e o objetivo justificar o risco.
A resposta muda para quem já está com cheque especial ou cartão rolando, porque nesse caso o empréstimo certo é o que substitui essas dívidas. Muda também para quem não tem uma necessidade real, situação em que a melhor decisão é não pegar crédito algum. Cheque especial e rotativo nunca devem ser tratados como empréstimo planejado.
O primeiro passo é anotar quanto você precisa, em quanto tempo consegue pagar e quais modalidades estão disponíveis para você. Com isso em mãos, peça propostas com o CET por escrito e siga o roteiro do nosso guia sobre como reduzir juros de empréstimo para negociar a melhor condição.
Este conteúdo tem finalidade informativa e educacional e não constitui recomendação de crédito ou consultoria financeira individual. As taxas citadas são médias de mercado e as simulações usam premissas simplificadas. A escolha do empréstimo deve considerar a sua renda, as dívidas atuais e as condições da proposta, com apoio de um planejador financeiro quando envolver valores altos ou garantia de bens.






