Publicidade

Como escolher maquininha de cartão: guia para pequenos negócios em 2026

Atualizado em 28 de setembro de 2026

Para saber como escolher maquininha de cartão, calcule quanto cada opção custa por mês no seu mix real de vendas, somando taxas de débito, crédito e Pix, aluguel ou compra do aparelho e antecipação. Depois confira o prazo de recebimento e as condições do contrato, porque a taxa anunciada quase nunca é o custo final.

Quem abre um negócio pequeno recebe ofertas de maquininha o tempo todo, cada uma com uma taxa promocional diferente e um aparelho com mais funções. A comparação fica difícil porque ninguém mostra o custo no seu volume e no seu tipo de venda, e é aí que se perde dinheiro todo mês.

Publicidade

Este guia explica como as taxas funcionam, o que o Banco Central limita e o que é livre, e mostra simulações para negócios de tamanhos diferentes. No fim, você tem um passo a passo para comparar propostas e evitar as cláusulas que mais pesam no caixa.

terminal de pagamento de cartão sobre o balcão
Foto: Karolina Grabowska / Pexels

Como escolher maquininha de cartão sem cair na taxa promocional

A maquininha certa é a que tem o menor custo total no seu volume e no seu mix de vendas, com um prazo de recebimento que caiba no seu fluxo de caixa. A menor taxa de crédito do anúncio não garante isso, porque aluguel, antecipação e taxas de outras modalidades mudam o resultado.

Três números definem a escolha. O primeiro é o custo mensal total, calculado com o faturamento real e a divisão entre débito, crédito à vista, parcelado e Pix. O segundo é o prazo em que o dinheiro cai na conta sem antecipação. O terceiro é o custo de antecipar, caso o negócio precise do dinheiro antes.

Recursos do aparelho vêm depois. Impressão de comprovante, chip de celular, bateria e integração com sistema de gestão importam para a operação. Nenhum desses recursos, porém, compensa uma diferença de taxa que se repete em todas as vendas do mês.

E se a proposta tiver taxa promocional por alguns meses? Nesse caso, faça a conta com a taxa que vale depois do período, porque é ela que você vai pagar na maior parte do tempo, e confira no contrato quando e como ela muda.

Na prática, o que eu vejo com mais frequência é o comerciante escolher pela taxa do crédito parcelado anunciada no outdoor, quando a maior parte das vendas dele é débito e Pix. Minha orientação é começar pelo seu extrato de vendas dos últimos três meses, porque sem esse mix nenhuma comparação é confiável.

Quais taxas você paga e o que a regra limita

O lojista paga a taxa de desconto, chamada MDR, sobre cada venda, e pode pagar também aluguel do aparelho e taxa de antecipação. O Banco Central limita só uma parte do custo que existe por trás do MDR, e o restante é negociado livremente.

Dentro do MDR está a tarifa de intercâmbio, que a credenciadora repassa ao emissor do cartão. Desde 1º de abril de 2023, a Resolução BCB nº 246/2022 limita o intercâmbio a 0,5% nas transações de débito e a 0,7% nas de cartão pré-pago. No crédito não há teto de intercâmbio, e o MDR e a taxa de antecipação cobrados do lojista também não têm limite fixado pelo regulador.

Isso explica por que as taxas de débito costumam ser mais baixas e parecidas entre as ofertas, enquanto as de crédito e de parcelado variam bastante. A concorrência entre credenciadoras é o que define o preço final, e o lojista que compara propostas tem espaço real para pagar menos.

Numa simulação com taxas hipotéticas, uma venda de R$ 100 no débito com MDR de 1% deixa R$ 99 para o lojista. A mesma venda no crédito à vista com MDR de 3% deixa R$ 97. Parece pouco, mas num mês com R$ 10 mil no crédito, cada ponto percentual de diferença representa R$ 100 a mais ou a menos no caixa.

O custo escondido mais comum é a taxa por faixa de parcelas. Muitas propostas cobram MDR crescente conforme o número de parcelas, e a tabela completa costuma ficar no contrato, e não no anúncio.

Se fosse comigo, eu pediria a tabela completa por modalidade e por número de parcelas antes de qualquer conversa sobre o aparelho. Proposta que não entrega essa tabela por escrito já diz muito sobre como será a relação depois.

Simulação do custo mensal em dois tamanhos de negócio

A simulação mostra que aluguel mensal pesa muito em negócios pequenos, enquanto em negócios maiores a diferença de taxa por modalidade decide a escolha. Uma mesma proposta pode ser a melhor para uma loja e a pior para um ambulante.

As premissas são hipotéticas. A proposta A cobra 1% no débito, 2,5% no crédito à vista, 3,5% no parcelado e 0,5% no Pix, com aluguel de R$ 70 por mês. A proposta B cobra 1,5% no débito, 3,2% no crédito à vista, 4,5% no parcelado e nada no Pix. O aparelho é comprado por R$ 300, com custo diluído em 24 meses, cerca de R$ 12,50 por mês.

Negócio e mix mensalCusto na proposta ACusto na proposta BMais barata
Loja com R$ 20.000 por mês (R$ 6.000 débito, R$ 7.000 crédito à vista, R$ 3.000 parcelado, R$ 4.000 Pix)R$ 430,00 (2,15%)R$ 461,50 (2,31%)A
Ambulante com R$ 3.000 por mês (R$ 1.200 débito, R$ 900 crédito à vista, R$ 300 parcelado, R$ 600 Pix)R$ 118,00 (3,93%)R$ 72,80 (2,43%)B

Na loja, as taxas menores da proposta A compensam o aluguel e a cobrança no Pix, e a economia é de R$ 31,50 por mês, ou R$ 378 por ano. No ambulante, o aluguel de R$ 70 sozinho equivale a mais de 2% do faturamento, e a proposta B sai R$ 45,20 mais barata por mês, mesmo com taxas maiores.

E se o Pix crescer no seu negócio? Na loja, se o Pix subir para metade do faturamento, a cobrança de 0,5% na proposta A aumenta e a vantagem diminui, então vale refazer a conta sempre que o mix mudar. Para o cálculo detalhado de cada venda, veja o guia sobre taxa de maquininha de cartão e quanto você realmente recebe.

O erro que mais custa caro aqui é comparar taxas sem ponderar pelo volume de cada modalidade. Minha orientação para a maioria dos pequenos negócios é montar essa tabela numa planilha com o próprio mix e revisá-la a cada seis meses.

Comprar ou alugar a maquininha

Comprar costuma compensar para quem fatura pouco ou tem vendas irregulares, porque elimina um custo fixo mensal. Alugar pode valer para quem fatura mais e recebe taxas menores em troca, desde que a economia nas taxas supere o aluguel.

A conta de equilíbrio é simples. Divida o aluguel mensal pela diferença de taxa média entre as duas propostas e você descobre a partir de que faturamento o aluguel se paga. Com aluguel de R$ 70 e diferença média de 0,5 ponto percentual, o ponto de equilíbrio fica em R$ 14 mil por mês em vendas no cartão.

O aluguel tem outro custo, que é continuar sendo cobrado nos meses fracos. Um negócio sazonal, como quiosque de praia ou venda em feiras, paga o aluguel também na baixa temporada, e isso pode transformar uma proposta vantajosa numa despesa sem retorno.

E se o aparelho comprado quebrar? A garantia e o prazo de troca precisam estar no contrato. Um aparelho barato sem troca rápida pode deixar o negócio dias sem aceitar cartão, e esse prejuízo de vendas perdidas costuma ser maior que a economia na compra.

Se fosse comigo, num negócio que fatura menos de R$ 10 mil por mês no cartão, eu começaria com aparelho comprado e sem mensalidade. A troca por um plano com aluguel só faz sentido quando o volume crescer e a conta de equilíbrio mostrar vantagem.

Prazo de recebimento e antecipação

Pela prática de mercado, o débito costuma cair em até um dia útil, o crédito à vista em até 30 dias e o parcelado mês a mês. Receber antes disso tem custo, e a antecipação pode ser a taxa mais cara de toda a operação.

Esses prazos não são fixados em norma, e cada credenciadora define os seus. Muitas propostas já vêm com antecipação automática embutida, o famoso “receba em um dia”, e a taxa dessa antecipação fica dentro do MDR ou aparece separada.

Numa simulação com taxas hipotéticas, pense numa venda de R$ 1.200 em 12 parcelas, com MDR de 4% e antecipação de 2,5% ao mês pelo prazo médio de 6,5 meses. Ela custa R$ 48 de MDR e cerca de R$ 187 de antecipação sobre os R$ 1.152 restantes. O lojista recebe perto de R$ 965 à vista, ou seja, quase 20% da venda ficou pelo caminho.

Para comparar, o CDI estava em cerca de 13,65% ao ano no fim de setembro de 2026, segundo dados do Banco Central, algo perto de 1,1% ao mês. Uma antecipação de 2,5% ao mês custa mais do que o dobro disso, e só se justifica quando falta capital de giro e não há alternativa mais barata.

Os recebíveis de cartão são registrados em sistema próprio, conforme a Resolução CMN nº 4.734/2019 e a Resolução BCB nº 264/2022. Com isso, o lojista pode negociar a antecipação ou usar os recebíveis como garantia com qualquer instituição, e não apenas com a credenciadora da maquininha.

O erro que mais custa caro aqui é deixar a antecipação automática ligada sem precisar dela. Minha orientação é pedir a proposta com e sem antecipação, receber no prazo normal sempre que o caixa permitir e cotar a antecipação em outras instituições quando ela for necessária.

cliente pagando com cartão na maquininha de uma loja
Foto: Kampus Production / Pexels

Pix, aproximação e o que o cliente espera

Hoje o cliente espera pagar por aproximação e por Pix no balcão, e a maquininha que não aceita esses meios perde venda. Aceitar Pix na própria maquininha ou por QR Code também reduz o custo médio, conforme a taxa cobrada no seu contrato.

O Pix por aproximação, com o celular encostado no aparelho, está disponível desde 28 de fevereiro de 2025, como explicou a InfoMoney ao detalhar o funcionamento do Pix por aproximação. Para quem vende serviços recorrentes, o Pix Automático, lançado em 16 de junho de 2025, permite cobrar mensalidades com uma única autorização do cliente, segundo a Agência Brasil.

A gratuidade do Pix protege principalmente a pessoa física, e empresas podem pagar tarifa para receber conforme o contrato com a instituição. Por isso, a taxa de Pix precisa entrar na comparação das propostas, como na simulação deste guia.

Numa simulação, uma loja que recebe R$ 4.000 por mês em Pix paga R$ 20 com tarifa de 0,5% e nada numa proposta com Pix gratuito. A diferença é pequena perto das taxas de crédito, mas cresce à medida que o Pix ganha espaço no caixa.

Na prática, o que eu vejo com mais frequência é o comerciante oferecer desconto no Pix sem saber quanto economiza em relação ao cartão. Se fosse comigo, eu calcularia o MDR médio do crédito e daria no Pix um desconto menor que essa taxa, para que o incentivo não custe mais do que a venda no cartão. As novidades de pagamento estão reunidas no guia sobre Pix na maquininha e tendências de pagamento para pequenos negócios.

Qual maquininha combina com cada tipo de negócio

O formato ideal depende de onde e como você vende. Quem circula precisa de conectividade própria e bateria, quem vende no balcão precisa de estabilidade e integração, e quem vende à distância pode nem precisar de aparelho físico.

Tipo de negócioO que priorizarCuidado principal
Ambulante, feira e eventoAparelho comprado, chip de dados, bateria longa, aceite de Pix e aproximaçãoAluguel mensal em meses sem vendas
Loja e comércio de bairroTaxas baixas no mix real, integração com o caixa, recebimento rápido do débitoAntecipação automática ligada sem necessidade
Delivery e venda em domicílioAparelho portátil com chip, comprovante digital, aceite por aproximaçãoConectividade fraca em algumas regiões
Serviços agendados e venda onlineLink de pagamento, Pix Automático para mensalidades, soluções no celularContestação de compras não presenciais

Para o MEI, há um ponto extra de atenção. As vendas recebidas pela maquininha entram no faturamento, e o limite anual do MEI é de R$ 81 mil, conforme informa o Ministério do Empreendedorismo na página sobre o teto do MEI. Projetos de lei para elevar esse teto tramitam no Congresso, mas não estão em vigor.

Numa simulação, um MEI que recebe R$ 6.000 por mês no cartão e mais R$ 1.500 em dinheiro soma R$ 90 mil no ano e ultrapassa o limite. A maquininha deixa esse faturamento registrado, o que torna o controle mensal indispensável.

Minha orientação para quem é MEI é receber as vendas numa conta separada da pessoal, o que facilita acompanhar o limite e a contabilidade. O guia sobre conta digital para MEI mostra como separar o dinheiro da empresa sem pagar tarifa à toa.

Armadilhas do contrato e da conta de recebimento

As armadilhas mais comuns estão em fidelidade com multa, mudança de taxa depois da promoção, aluguel cobrado mesmo sem uso e antecipação ligada por padrão. Todas aparecem no contrato, e quase nunca no anúncio.

Leia o contrato procurando estes pontos.

  1. Prazo de fidelidade e multa de cancelamento. Alguns planos com aluguel ou aparelho subsidiado cobram multa se você cancelar antes de um prazo mínimo.
  2. Regra de reajuste das taxas. Verifique se a taxa promocional tem data para acabar, qual a taxa seguinte e com quanta antecedência a mudança é avisada.
  3. Cobrança de aluguel por inatividade. Confira se o aluguel é cobrado mesmo sem vendas e se há isenção por volume mínimo.
  4. Antecipação automática. Identifique se ela está ativa e como desligar, porque ela muda o custo real de cada venda.
  5. Estornos e contestações. Entenda como a credenciadora trata compras contestadas pelo cliente, que podem ser debitadas do lojista, principalmente em vendas à distância.
  6. Conta onde o dinheiro cai. Saiba se é conta de pagamento da própria credenciadora ou conta bancária de sua escolha.

O último item merece atenção. Saldo parado em conta de pagamento de instituição de pagamento não tem cobertura do FGC, que garante até R$ 250 mil por pessoa, por instituição ou conglomerado, em produtos como depósitos e CDB. Esse saldo fica em patrimônio separado, aplicado em títulos públicos ou no Banco Central, mas a proteção funciona de outra forma.

Numa simulação, um negócio que deixa R$ 15 mil acumulados na conta da maquininha por meses, sem aplicar, perde o rendimento que teria numa aplicação e ainda concentra o caixa numa só instituição. Transferir periodicamente para a conta principal resolve os dois problemas.

O erro que mais custa caro aqui é assinar pelo aplicativo sem baixar o contrato completo. Se fosse comigo, eu guardaria o PDF e prints da proposta, porque são eles que sustentam uma reclamação se a taxa mudar sem aviso.

Passo a passo para comparar propostas

Comparar propostas leva menos de uma hora com os dados certos em mãos. O roteiro abaixo organiza a decisão do mais importante para o menos importante.

  1. Levante o mix de vendas. Some quanto você vendeu em débito, crédito à vista, parcelado e Pix nos últimos três meses e tire a média mensal.
  2. Peça a tabela completa de cada proposta. Exija por escrito as taxas por modalidade e por número de parcelas, o custo do aparelho e a taxa de antecipação.
  3. Calcule o custo mensal de cada uma. Aplique as taxas ao seu mix, some aluguel ou a parcela de compra do aparelho e compare o total em reais e em percentual do faturamento.
  4. Compare prazos sem antecipação. Veja quando o dinheiro cai em cada modalidade e se isso cabe no seu fluxo de caixa.
  5. Leia as cláusulas de fidelidade, reajuste e estorno. Descarte propostas com multa alta ou reajuste sem aviso claro.
  6. Teste antes de se comprometer, se possível. Uso de algumas semanas mostra problemas de conectividade, bateria e atendimento que a proposta não revela.

Na prática, o que eu vejo com frequência é o comerciante trocar de maquininha por impulso após uma oferta agressiva e descobrir a multa depois. Minha orientação é seguir esse roteiro sempre, inclusive para renegociar com a credenciadora atual, que costuma baixar taxas quando recebe uma proposta concorrente por escrito.

Perguntas frequentes sobre como escolher maquininha de cartão

Existe taxa máxima para a maquininha?

Não para o MDR cobrado do lojista. O Banco Central limita apenas a tarifa de intercâmbio no débito, em 0,5%, e no pré-pago, em 0,7%, desde abril de 2023. O MDR e a antecipação são negociados livremente.

Posso ter mais de uma maquininha?

Sim, e há negócios que usam uma para o dia a dia e outra como reserva ou para vendas externas. Só vale a pena se nenhuma delas cobrar aluguel que pese no faturamento.

O dinheiro das vendas fica seguro na conta da maquininha?

Se a conta for de pagamento, o saldo não tem garantia do FGC, mas fica em patrimônio separado da instituição, aplicado em títulos públicos ou no Banco Central. Transferir o saldo com frequência para a conta principal reduz a exposição.

Consigo antecipar recebíveis com outro banco?

Sim. Com o registro de recebíveis previsto nas regras do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central, o lojista pode negociar a antecipação ou usar os recebíveis como garantia em qualquer instituição.

Vale a pena trocar de maquininha por uma taxa menor?

Vale quando a economia anual, calculada no seu mix, supera a multa de cancelamento e o custo do novo aparelho. Antes de trocar, apresente a proposta à credenciadora atual, que pode igualar as condições.

A escolha certa para a maioria dos pequenos negócios

Para a maioria dos pequenos negócios, a melhor escolha é uma maquininha comprada, sem aluguel, com taxas competitivas no débito e no Pix e recebimento no prazo normal, sem antecipação automática. Esse arranjo mantém o custo fixo em zero e evita pagar por dinheiro adiantado sem necessidade.

A resposta muda para negócios com faturamento alto no cartão, em que um plano com aluguel e taxas menores pode compensar. Também muda para quem depende de capital de giro, que precisa comparar o custo de antecipar em várias instituições. O primeiro passo é o mesmo em qualquer caso, levantar o mix de vendas dos últimos três meses e pedir as tabelas completas por escrito.

Com o mix em mãos, calcule o valor líquido de cada venda usando o guia sobre taxa de maquininha de cartão e só então assine a proposta que vencer a conta.

Este guia tem caráter educativo e não indica credenciadora, maquininha ou plano específico. As taxas usadas nas simulações são hipotéticas, e as condições reais variam conforme o volume e a negociação de cada negócio. A escolha da maquininha deve considerar o seu contrato, o seu fluxo de caixa e, se necessário, a orientação de um contador.

Facebook
Twitter
WhatsApp
Webstories
Cheerful woman smiling against white background
Chegou a hora de descobrir o produto financeiro ideal para você, de forma gratuita, rápida e segura!

Não perca mais tempo, cadastre-se agora e receba dicas, acesso a centenas de cartões, serviços financeiros e qual o cartão de crédito ideal para o seu perfil!

Classificado como 5 de 5
+ 1.267.543 milhões de pessoas já consultaram
Ao criar uma conta você aceita nossos termos de uso e política de privacidade. Aceita também receber notificações por e-mail e SMS, que podem ser canceladas quando quiser.
Conteúdos Relacionados
Seleção de Cartões
Cartão de Crédito Itaú Personnalité LATAM Pass Visa Infinite
Visa Infinite
Cartão de Crédito Itaú Personnalité LATAM Pass Visa Infinite
Anuidade

12x de R$ 100,00(R$ 1.200,00)

Renda Mínima

Não foi informada pelo banco

Cobertura

Internacional

Aplicativo

Android e iOS

Cartão de Crédito LATAM PASS Itaucard Internacional Mastercard
Mastercard Standard
Cartão de Crédito LATAM PASS Itaucard Internacional Mastercard
Anuidade

12x de R$ 27,00(R$ 324,00)

Renda Mínima

Não foi informada pelo banco

Cobertura

Internacional

Aplicativo

Android e iOS

Conheça o Cartão Riachuelo e veja como solicitar. Conheça o Cartão de Crédito Visa Infinite Ourocard Banco do Brasil Conheça o Cartão de Crédito Tumelero Conheça o Cartão de Crédito TIM Platinum 2.0 Conheça o Cartão de Crédito TIM Internacional Conheça o Cartão de Crédito TendTudo Mastercard Conheça o Cartão de Crédito SX Santander Conheça o Cartão de Crédito Super Muffato Mastercard Conheça o Cartão de Crédito Submarino Conheça o Cartão de Crédito Sicredi Internacional Conheça o Cartão de Crédito Santander Elite Platinum Conheça o Cartão de Crédito Ricardo Eletro Conheça o Cartão de Crédito Max Atacadista Conheça o Cartão de Crédito Makro Conheça o Cartão de Crédito Losango Viva Nacional Conheça o Cartão de Crédito Havan Conheça o Cartão de Crédito FIAT 2.0 Platinum Conheça o Cartão de Crédito Extra Itaucard Gold Conheça o Cartão de Crédito Elo Nanquim Ourocard BB Conheça o Cartão de Crédito Elo Nanquim Caixa